A Fundação Rockefeller lançou documento denominado “America 2050: U.S. Strategy for the Next Half Century ” (América 2050: estratégia estadunidense para o próximo meio século – tradução livre) com o intuito de demonstrar seus apontamentos e estudos acerca da posição que os EEUU se encontrará no próximo meio século.

rockefeller 2050 Link para acessar o documento

De 15 de janeiro a 18 de dezembro, está acontecendo na UFRGS a Feira Mulheres da Terra. Pelo terceiro ano consecutivo, a Universidade recebe o grupo do assentamento Filhos de Sepé, de Viamão, para a comercialização de alimentos orgânicos certificados, produtos coloniais e artesanatos.

Feira Mulheres da Terra no Campus Central

Feira Mulheres da Terra no Campus Central

O grupo conta com o apoio do Núcleo de Economia Alternativa (NEA), que vem acompanhando e buscando aprimoramentos ao trabalho, como a adubação verde, que está em fase de experimentação. O objetivo do projeto é ampliar as perspectivas econômicas das mulheres do assentamento, buscando minimizar o êxodo e contribuir para a autoestima da comunidade, além de fomentar práticas ecológicas nas dimensões ambiental, social e cultural.

As mulheres têm suas produções independentes e se reúnem para expor, união que já completa doze anos de existência. Na cidade de Viamão, participam de feiras em quartas e sábados.

A Feira Mulheres da Terra é uma realização da UFRGS, do NEA, do Departamento de Design e Expressão Gráfica (DEG), do Laboratório de Otimização de Produtos e Processos (LOPP), e conta com o apoio do Contraponto, entreposto de comercialização da Economia Solidária. Acontece das 15h às 18h30, terças no Campus Central e quartas no Campus do Vale.

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Nesta semana, de 3 a 7, das 9h às 20h, acontece no Campus Central da UFRGS uma feira de produtos de Economia Solidária. O evento “Solidariedade entre todos os Mundos” integra, além da comercialização, os motivos Mundo Negro e o marco dos três anos do projeto Contraponto, entreposto de comercialização solidária na Universidade.

Entre as atividades paralelas, na terça-feira, às 15h30, acontece na sala 101 da Faculdade de Educação uma roda de conversa sobre “Redes e Cadeias como Estratégia de Organização Econômico Solidária”, com Nelsa (Sesampe), Ana Mercedes (EA/UFRGS), Mirian Pocebon (Olhares do Sul) e Rede Ideia (Avesol). Na sexta, às 8h, Sebastião Pinheiro fala sobre a “Afrorealidade no Brasil”, na sala 601 da Faculdade de Educação.

A comemoração do 3° aniversário do Contraponto é, também, um convite para refletir sobre diferentes formas de organização do trabalho, sobre qualidade de vida e sobre as relações humanas. IMG_8163

O evento é uma realização do Núcleo de Economia Alternativa da UFRGS, dos empreendimentos que integram o Contraponto, e conta com o apoio do Finep. Também são apoiadores: a Associação dos Servidores da UFRGS (Assufrgs), a Associação do Voluntariado e da Solidariedade (Avesol), o Departamento de Educação e Desenvolvimento Social (DEDS UFRGS), a Fundação Luterana de Diaconia (FLD) e a Secretaria de Assistência Estudantil (SAE).

Seja na passagem pela feira, ou nas conversas programadas, a comunidade está convidada a participar dos (tantos) mundos que compõem a diversidade da economia solidária.

Mais informações pelo telefone 51 3308 3075 ou pelo endereço neaitcp.ufrgs@gmail.com

O Núcleo de Economia Alternativa (NEA) promove, no dia 0ito de dezembro, das 14h às 18h, Oficinas de Gastronomia Contemporânea com Polpas de Frutas Nativas.

Os participantes atuarão no preparo de receitas com produtos regionais. Após abordagem teórica sobre frutas nativas, serão produzidas receitas com as polpas, como: panqueca de pinhão, musse de butiá e torta de juçara. Ao final da atividade, os produtos serão degustados.

A oficina é voltada aos alunos de graduação da UFRGS e tem o objetivo de contribuir para a valorização de formas sustentáveis de produção e fomentar o consumo saudável. A partir da divulgação das frutas, pretende-se contribuir para o desenvolvimento local e para a segurança alimentar. A capacitação dos graduandos pode resultar em importantes atores no resgate e no fortalecimento desses produtos como alimentos simbólicos de tradição, saúde e sabor.

Os ministrantes serão membros do próprio NEA e parceiros do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Rural (PGDR) da UFRGS, reduzindo o valor do investimento em relação à edição anterior. A atividade contará com o aporte técnico dos Nutricionistas Gladis Kalil e Virgílio José Strasburg, e dos acadêmicos de nutrição Angélica Siqueira, Carla Redin, Pablo Couto e Taís Martins. São disponibilizadas 16 vagas e o investimento é de 30 reais. As inscrições acontecem de 29 de novembro a 07 de dezembro, no Contraponto, ou  por aqui

 

A Juçara, Euterpe edulis, palmeira de grande relevância ecológica, vem sendo uma das espécies mais exploradas na Floresta Atlântica (REIS & GUERRA, 1999). O intenso extrativismo vem ameaçando a preservação da espécie, uma vez que, constituída por caule solitário, o corte para a extração do palmito, produto visado, implica o sacrifício da planta (MORTARA & VALERIANO, 2001).

A produção de açaí a partir da polpa dos frutos de juçara, similares ao açaí da Amazônia, vem sendo apontada como importante estratégia para a conservação da espécie e das florestas nativas. Com potencial socioeconômico para a geração de renda às comunidades rurais na área de abrangência da Mata Atlântica, acredita-se que a atividade pode contribuir para a segurança alimentar (NOGUEIRA & HOMMA, 1998; MAC FADDEN, 2005; SILVA FILHO, 2005).

A comercialização da polpa da juçara no Rio Grande do Sul é permitida quando obtida a partir de áreas cultivadas. No município de Maquiné, situado no litoral do Rio Grande do Sul, essa atividade vem sendo realizada desde 2004 e monitorada desde 2006 através, de fichas de colheita. A avaliação dos dados das safras de 2006, 2007 e 2008 revela um crescimento da atividade e demonstra a viabilidade do extrativismo para consumo familiar (LÜTKEMEIER et al., 2008).

Em relação aos valores nutricionais, resultados de estudos realizados por pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL) demonstraram que a juçara possui elementos minerais em quantidades próximas ou, para alguns elementos, superiores às do açaí, por exemplo do Potássio, Ferro e Zinco.

Referências

Inaceres

Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais

Revista Brasileira de Agroecologia

Revista Brasileira de Agroecologia

Em comemoração à Semana da Alimentação, o Núcleo de Economia Alternativa (NEA) promove, em parceria com o Centro de Tecnologias Alternativas e Populares (CETAP) e com o empreendimento Encontro de Sabores, Oficinas de Gastronomia Contemporânea com Polpas de Frutas Nativas.

As oficinas são voltadas aos alunos de graduação da UFRGS e têm o objetivo de contribuir para a valorização de formas sustentáveis de produção e fomentar o consumo saudável. A partir da divulgação das frutas, pretende-se contribuir para o desenvolvimento local e a segurança alimentar. A capacitação dos graduandos pode resultar em importantes atores no resgate e no fortalecimento desses produtos como alimentos simbólicos de tradição, saúde e sabor.

No dia 19, serão promovidas duas oficinas, uma no turno da tarde outra pela manhã, para oportunizar aos acadêmicos o aprendizado de preparações com produtos regionais. Após abordagem teórica sobre frutas nativas, os participantes atuarão no preparo de bebidas e receitas com as polpas, degustando os produtos no final da atividade.

As oficinas contam com o aporte técnico dos Nutricionistas Gladis Kalil e Virgílio José Strasburg, e das acadêmicas de nutrição Angélica Siqueira e Taís Martins. São disponibilizadas 16 vagas para cada turno e o investimento é de 55 reais. As inscrições acontecem de 10 a 18 de outubro, por aqui

O CETAP é uma entidade sem fins lucrativos, que tem como missão contribuir para a afirmação da agricultura familiar e para a construção da agricultura sustentável, seguindo os princípios agroecológicos. O Encontro de Sabores promove o processamento e a comercialização dos produtos das frutas nativas, como bebidas, doces, sorvetes, e condimentos.

Oficina Manhã – das 9h às 13h
Local: Laboratório de Técnica Dietética do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (Ramiro Barcelos, 2777).
Investimento: R$ 55,00

Oficina Tarde – das 14h às 18h
Local: Laboratório de Técnica Dietética da Faculdade de Medicina/UFRGS (Ramiro Barcelos, 2400).
Investimento: R$ 55,00

O relatório da ONU sobre a fome, divulgado na última terça, 9, estima um cenário mundial de 870 milhões de subnutridos. No prefácio, a afirmação (e o desafio) de que “o mundo tem o conhecimento e os meios para eliminar todas as formas de insegurança alimentar e de subnutrição” instiga a reflexão sobre os padrões atuais.

No Dia Mundial da Alimentação, celebrado todo o dia 16 de outubro, mais de 180 países organizam atividades e se mobilizam para discutir formas de reduzir a fome. A data é comemorada há 27 anos e lembra a criação da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO). Em 2012, o tema proposto foi sobre Cooperativas Agrícolas, para desencadear uma reflexão sobre o quadro atual da ação das cooperativas na garantia da segurança alimentar e na redução da pobreza.

Foto: Cartilha FAO

O Núcleo de Economia Alternativa (NEA) integrará às mobilizações em torno do Dia Mundial da Alimentação, com ações focadas na saúde e na agroecologia.

Em parceria com o Centro de Tecnologias Alternativas e Populares (CETAP) e com o empreendimento Encontro de Sabores, serão promovidas Oficinas de Gastronomia Contemporânea com Polpas de Frutas Nativas voltadas aos graduandos, no dia 19. A ideia é, a partir do mote das espécies nativas, instigar reflexões acerca de temas como desenvolvimento local, sustentabilidade, biodiversidade, segurança alimentar e nutricional.

A partir do debate e da prática, objetiva-se oportunizar a comunidade acadêmica o aprendizado de preparações com produtos regionais. Após abordagem teórica, os participantes atuarão no preparo de bebidas e receitas com as polpas, degustando os produtos ao final da oficina.

No Dia Mundial da Alimentação, 16, acontecerão atividades no entorno do Contraponto, entreposto de comercialização solidária no Campus Central da Universidade. A comunidade poderá conhecer as frutas e assistir ao vídeo que será projetado pela noite, às 18h30. A partir deste dia, polpas de butiá, goiaba, guabiroba, araçá vermelho e pinhão serão comercializadas no Contraponto.

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